Fórum Itinerante de Cinema Negro

Artigos

Faces e Fases de Zanele Muholi (1)

12.08.2014 | Janaína Damaceno | Fotografia

Puleng Mahlati, Embekweni, Paarl, 2009. Foto de Zanele Muholi 

© Michael Stevenson Gallery (http://www.stevenson.info/exhibitions/muholi/faces23.htm)

Zanele Muholi nasceu na África do Sul em 1972. Ativista lésbica, a artista ou ativista visual (como prefere se autodenominar) é uma das principais referências do movimento LGBT em seu país ao retratar o que ela mesma chama de  sexualidade queer negra (black queer sexuality). Neste e no próximo post falaremos um pouco sobre três de seus principais trabalhos: as séries Faces and Phases, Being e Miss (Black) Lesbian.

A...  leia mais>>

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Por um cinema africano no feminino (III): “Um foco sobre as Mulheres Burkinabês no Cinema"*

07.07.2014 | Beti Ellerson | Artigos, FESPACO, Festivais

Dando seqüência às publicações que visam divulgar a produção e a participação de mulheres africanas no cinema, o FICINE traz este post escrito pela diretora e pesquisadora Beti Ellerson. O texto foi publicado originalmente em African Women in Cinema Blog, um espaço criado para a discussão de diversos assuntos relacionados à participação das mulheres africanas no cinema que faz parte do Centre for the Study and Research of African Women in Cinema. Boa leitura!

 

“Desde início da história do cinema em Burkina Faso, as mulheres desempenharam um papel proeminente. Ouagadougou, Burkina...  leia mais>>

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Vozes femininas negras no curta moçambicano "Phatyma" (2010)*

04.06.2014 | Ceiça Ferreira | Curtas, Resenhas

* Artigo escrito em parceria com  Edileuza Penha de Souza.

Sou forte, sou guerreira,
Tenho nas veias sangue de ancestrais.
Levo a vida num ritmo de poema-canção,
Mesmo que haja versos assimétricos,
Mesmo que rabisquem, às vezes,
A poesia do meu ser,
Mesmo assim, tenho este mantra em meu coração:
"Nunca me verás caída ao chão".

Trecho do poema "Ressurgir das cinzas", de Esmeralda Ribeiro.

É a história de vida, os anseios, as inquietações e principalmente, a postura altiva de uma menina moçambicana que constituem o...  leia mais>>

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Rasgando a tela, quebrando a corrente

12.05.2014 | Larissa Fulana de Tal | Curtas, Resenhas

“O cinema é uma AR-15e nós negros brasileiros sabemos atirar”, afirmava Zózimo Bulbul, que destaca a passagem do negro, enquanto temática para a direção dos filmes. Deixando de estar à frente das câmeras para olhar de atrás delas, ao assumir a perspectiva da auto representação, Zózimo, Waldir Onofre e Antônio Pitanga, são atores que passam a realizar filmes na década de 70, tendo a temática racial em foco. Porém, Bulbul  é o único  a compor  uma filmografia,   e dentre suas  obras destaca-se a primeira: Alma no olho (1973), realizada com restos de película de um...  leia mais>>

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