Fórum Itinerante de Cinema Negro

Artigos

Rotterdam e o cinema negro brasileiro, o começo de tudo (parte I)

21.01.2019 | Janaína Oliveira | Festivais

    Dia 23 de janeiro começa a 48a edição do Festival Internacional de Rotterdam (IFFR) na Holanda e no dia 24 será o primeiro dia da Mostra Soul in the eye – Zózimo Bulbul’s legacy and the contemporary Black Brazilian cinema (“Alma no Olho - O legado de Zózimo Bulbul e cinema negro brasileiro contemporâneo”) com a exibição de 28 filmes, 4 longas e 24 curtas metragens. Fiz a curadoria dessa mostra a convite e em parceria com os programadores do IFFR Tessa Boerman e Peter Van Hoof.   Escrevi um pouco sobre a escolha...  leia mais>>

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Luz, raiva, ação! Kbela

04.12.2017 | Bernardo Oliveira  | Crítica

Ponto de partida: Zózimo Bubul e seu brilhante "Alma no olho" (misteriosamente esquecido nos cursos e circuitos universitários de cinema) realizado com as sobras de película da produção de "Compasso de Espera", filme protagonizado por Bubul e dirigido por Antunes Filho. Ali o corpo é a superfície viva sobre o qual deslinda-se uma trajetória, sobre o qual incidem olhares e valores, chibata e desejo sexual — nota mental: re-assistir "Get Out", reler "Anjo Negro" e Fanon.

 

Ponto de partida: ser negra, a experiência. O cabelo. Os produtos. As sessões de tortura. Os fantasmas....  leia mais>>

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Corporeidades, ativismo político e movimentos negros: uma análise do filme “Aniceto do Império, em dia de alforria”, de Zózimo Bulbul (PARTE 2)

08.11.2017 | Fabio Jose  | Artigos

PARTE 1

A política e o exemplo de Aniceto se fazem pela resistência, não somente presente no nome do sindicato, mas pela própria corporeidade na qual aquele senhor, estivador aposentado, sambista e compositor apresenta. Isso significa que o curta-metragem Aniceto do Império consegue articular uma expressividade política do protagonista em que a força corpórea é uma das chaves parainterpretar as possibilidades de várias frentes de luta do protagonista. Nesse sentido, o discurso de Aniceto vai se constituindo não em uma representação ou simbologia, mas em um conhecimento que encontra fundamentos em novas formas de...  leia mais>>

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Tião

01.11.2017 | Thiago Florêncio | Crítica

Clementino Junior, cineasta, professor de audiovisual, idealizador e criador do Cineclube Atlântico Negro é um dos nomes que desponta no cinema negro contemporâneo brasileiro. Sua relação com audiovisual vem de berço: ele é filho da atriz Chica Xavier e do ator Clementino Kelé. Mas foi do outro lado da câmera que se firmou na trajetória cinematográfica e já está em seu décimo-sexto filme dirigido.

Tião (2016), com argumento e roteiro de Jeferson Pedro, narra o retorno de São Sebastião à cidade do Rio de Janeiro, agora num corpo negro, interpretado por Hugo Germano....  leia mais>>

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