“É preciso a imagem para recuperar a identidade.” Beatriz Nascimento Ayalla Anjos (em colaboração com o FICINE) Nas noites acendidas pelo brilho de um projetor, o cinema reencontra uma de suas potências fundadoras: a de criar comunidade. A tela improvisada, erguida em meio a olhos atentos, não apenas exibe filmes. Ela convoca presenças, costura afetosContinuar lendo “Cineclubismo quilombola: sobre escuta e pertencimento”
